Uma menina aí que chama Mariana...
Talvez ela seja aquela metamorfose ambulante.
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24.7.08

Lá Lá lá,
Olha eu aqui no blog.
Acho muito engraçado uma coisa que acontece constantemente... Tipo alguém vem empolgado me dizer alguma novidade e eu olho tipo "ah, legal", mas eu penso "já vi isso três meses atrás". Ou eu fuço tudo o que posso e crio esse caos de informação em mim, ou as pessoas são muito desinformadas mesmo. Sei lá, as vezes acho que tenho o feeling para descobrir coisas, talvez eu devesse trabalhar na capricho, hahhahahaha. Desde a atores da vez até fillmes bizarros, eu acho que vejo e dou atenção para certas coisas que as pessoas estarão achando o máximo mais tarde. Talvez por isso que eu trabalhe com moda, sei lá, mas eu tô numa crise enorme em relação a isso, não me pergunte o por quê.
Bom, talvez sozinha eu consiga encontrar várias questões que me ajudem a entender a situação atual...

Primeiro, eu posso e queria trabalhar em várias coisas. Sei lá, moda, produção musical, cinema, livros... Eu me sentiria muito bem trabalhando em tudo isso. Às vezes eu acho que a gente só considera estar fazendo alguma coisa quando se está ganhando dinheiro com isso, o que é uma grande merda porque o dinheiro sempre é uma consequência de algo que você corre atrás e faz bem. É dificil ficar recordando isso quando se está em um metrô lotado, quando seu olho dói de cansaço, mas é o que a gente como eu tem que colocar na cabeça senão enlouquece com a própria explosão de idéias e vontades, eu já falei aqui sobre como é duro viver nos moldes da sociedade que a gente normalmente quer ultrapassar, não fazer parte.

Segundamente, eu fico totalmente irritada com a minha rotina diária. Não dá tempo pra fazer nada, nem ser um pouco mais saudável. Eu sei que eu reclamo demais, porque eu poderia ficar nessa o dia todo, mas aqui sempre tem uma brecha pra eu desenhar, escrever o livro , responder e-mails, ler notícias e tudo mais... Eu reclamo demais, é verdade, mas é que eu queria empregar mais meu tempo em alguma coisa que vá me fazer bem. Tenho saudades dos meus treze anos e minhas tarde totalmente dedicadas as minhas fan fictions, sabe? Era algo bom, eu tava escrevendo, me fazendo feliz. Se eu por exemplo fizesse o que eu faço aqui em casa, ia trabalhar de manhã por exemplo e ter o resto do dia livre para fazer todas as coisas no conforto da minha casa. E aí vem um outro problema: meu trabalho é a anos luz da minha casa, eu gasto tipo umas tres horas e pouco por dia só em transito, e eu poderia estar fazendo algum esporte ou escrevendo sem meu olho doer tanto por causa do sono.
Outra coisa da minha rotina é que a mesma coisa que colocar um peixe fora da água e depois de algumas horas, mergulhá-lo novamente. Eu fico lidando com essa dualidade de Brasil todo dia, me irrita, me incomoda, não por causa de nenhum lado específico, acho que é mais a ignorãncia de ambos.

Não é que ultimamente não estão me permitindo fazer alguma coisa, é mais porque quero me dedicar ao que interessa, aos meus projetos, a minha saúde e a minha vida.
Isso não tá fazendo bem, mas tudo é uma fase, é o que acaba de alguma forma não me fazendo tão infeliz assim. Daqui alguns meses acho que saio dessa.
Eu preciso sair.

Por isso esse concurso agora pode ser tão importante para mim, se eu for escolhida e tudo mais. Significa que eu vou poder dar outro rumo as coisas novamente.
E os livros também são importantes, porque é tudo o que eu sempre quis, contar histórias e ser feliz.



**por mariana castro

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23.7.08

Fato engraçado: semana passada, andando nas ruas do bom retiro passo na frente de uma das várias locadoras de dramas coreanos e vejo um põster com a cabeça enorme do Lee Jun Ki de Iljimae.hahahha, ninguém iria entender nada disso, mas é cômico como eles já tão vendendo o dvd e tudo mais, My girl é coisa do passado para eles hehehe Enquanto todo mundo tá descobrindo Full House agora.


**por mariana castro

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Bom, há tempos estou procurando algum esporte, já que desde que comecei a trabalhar não tive mais como fazer as caminhadas todos os dias de manhã. É uma situação horrível, você vê o corpo adquirindo preguiça e ficando mais cansado que o normal, enfiml, não queiram nem imaginar. Devido a falta de tempo por causa dos meus múltiplos projetos e o trabalho, queria encontrar um esporte que eu simplesmente disesse "olha, vou praticar" e então eu realmente pudesse fazer isso.
Bom, vou voltar a caminhar nos fins de semanas e vou começar a fazer Parkour. Não é assim uma decisão fácil, enfim, vamos lá.
Conheci uma menina no Senai que fazia já há algum tempo mas só agora realmente fui pesquisar para ver se era o 'meu esporte', e sim, parece ser algo que eu realmente vou gostar de fazer. Resolvi tudo de uma forma bem bizarra...
estou escrevendo a historia nova (uhu acho que estou quase na metade dela) e eu estou pesquisando muito sobre um país árabe (meu personagem principal é descendente de árabes), além de cair nessa do Parkour por gostar muito da filosofia que está por tras de tudo além de ser algo bem visual (sim, eu sou visual com as histórias, é dificil explicar). Enfim, é isso, vou ver se começo no fim de semana. E é bom que vou poder sentir mais na pele algumas coisas que alguns personagens vão fazer.
Être et durer.

Tenho mais dez págnas da história antiga pra corrigir, acho que na verdade estou na parte que mais vai precisar de correções.

Estou ainda decidindo o negocio do concurso, eu desenhei vários modelos mas nao consigo definir, eu ando muito chata comigo e com as minhas coisas.

Bom, eu tenho um monte de coisa para fazer mas resolvi dar alguma satisfação aqui....

**por mariana castro

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21.7.08

Essa cidade cansa meu cérebro, e eu achei que nunca diria isso.
Essa cidade está me consumindo aos poucos, não só a cabeça como o corpo também...
Quero libertar meu ser dessa cidade... Vocês não fazem idéia como eu quero isso.
Não quero trabalhar para a cidade.
A cidade é que tem que trabalhar para nós.

São Paulo é legal e tudo mais, mas cada vez mais acho que a gente tá preso dentro duma gaiola e tentando se conformar com as coisas.
A gente não tem que se conformar com porra nenhuma.

**por mariana castro

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Eu vi o "Castelo Animado" ontem, e era um filme que eu queria ver a algum tempo. No geral eu gostei do filme, ele é longo demais, mas gostei da história (e no começo da história o principe parece muito com vilão do livro que eu escrevi, visualmente falando).
Tentei ver Wall-e, mas paramos na metade e nem eu e nem o diogo ficamos com vontade de ver até o final. Não que o filme seja ruim, os dois personagens (o wall-e e a eva) são muito carismáticos, mas a história me parecia um pouco perdida e o filme dá uma reviravolta estranha... Enfim... Eu prefiro a visão de futuro da humanidade de Idiocracy, aquele filme era demais hahaha.

Fui ver duas amigas da época do colegial nesse domingo, faltou um amigo nosso, a gente sempre tem esse hábito de marcar um encontro a cada dois meses, por aí... E eu acabei continuando a falar com as pessoas que eu sabia que manteria contato, enfim, o final do colégio é bem previsível. Sobre o futuro das pessoas também, as vezes nós temos certeza absoluta sobre o futuro delas, às vezes as pessoas simplesmente não mudam, pasam por coisas não tão legais assim... É a vida. Eu estranhamente me sinto um pouco alienígena por alimentar alguns sonhos, uns velhos e outros tão recentes...Foi bom ver as pessoas e de alguma forma poder dizer alguma palavra para elas, ou mesmo ouvi-las... As vezes a melhor coisa que podemos fazer por alguém é ouvir o que essa pessoa tem a dizer.
Eu mais estranhamente ainda me sinto bem por escrever meus livros, as minhas histórias, o meu mundo, até mesmo me sinto bem por fazer meus modelos para o concurso lá, enfim, me sinto otima podendo fazer o que quero. Nós temos meio que a mania de achar que a nossa vida é um saco e que nao sabemos o que queremos, mas é tudo muito simples, pelo menos no meu caso o que eu queria fazer esteve sempre aqui... É engraçado, aqui dentro, dentro de uma caixa que eu tinha medo de abrir.

Devo estar parecendo muito mais impaciente e inquieta que o normal, ando numa fase de inquietude mesmo. Eu quero poder corrigir o meu primeiro livro o mais rápido possível, terminar esse novo logo (no sábado eu li alguns trechos pela primeira vez para meu 'editor' e eu me senti muito bem por ter lido.. Fiquei satisfeita de alguma forma(?), talvez porque parece mesmo que a história funciona), começar outra.. Falando nisso, nesse mesmo fim de semana tive uma idéia de enredo para uma outra história depois dessa que eu estou escrevendo e esse processo acho que nunca vai acabar, é sempre uma história atrás da outra, a gente não consegue parar de escrever.
Fico ansiosa de mandar meu texto logo pra editoras e fazer com que as pessoas possam ler aquele monte de linhas algum dia, pra mim vai ser uma coisa totalmente transformadora, afinal, acho que não deve ter coisa mais legal do que ouvir que as pessoas acreditam ou estão empolgadas com alguma coisa que você escreveu.

Fora todas essas coisas peguei uma gripe meio chata, meu olho direito dói pra caralho (sempre acontece isso de segunda feira, eu odeio segundas-feiras de vida adulta comum)...
Eu não sei, eu tenho que fazer esse monte de coisas que disse aí em cima porque eu não quero ter uma vida normal, me desculpe, eu quero ficar em paz e escrever as minhas coisas.Tem gente que diz isso mas passa a vida inteira apenas dizendo filosofias bonitas e nao aplicando porra nenhuma. Não quero ser assim, quero que as coisas sejam realmente assim algum dia para mim. Quero ir numa fazenda e ficar escrevendo até de madrugada.

**por mariana castro

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19.7.08

Eu já amo esse filme mesmo sem ter visto, meu deus, será que alguém sabe onde eu consigo ele?


**por mariana castro

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Eu nem consegui contar aqui, mas semana passada a nossa tentativa de ver Viagem ao Centro da Terra 3d deu certo, já que fomos naquele cinema Playarte do Shopping Center 3. Foi divertido no geral, eu gostei da tecnologia apesar do diretor aproveitar muito pouco o que ela pode oferecer. Mas foi bacana.

E ontem fui ver o filme que eu nem ia ver, mas a gente acaba sendo influenciado por esse monte de críticas e propagandas e acaba assistindo.. Fui ver Batman. Ok, eu não gosto muito do primeiro filme, o diretor até tem algum mérito e tal, eu gosto do Christian Bale, esse filme não tinha a Katie Holmes(UHUUU) e eu tava curiosa para ver a atuação do Curinga do Heath Ledger.
Sabe o que eu achei? O filme tem um roteiro e uma premissa inteligente, não sei se qualquer animalzinho que for ao cinema vai perceber, e talvez essa premissa inteligente pudesse até ser um pouco mais explorada. O que me incomoda mesmo é alguns furos de montagem, as cenas de ação (puta merda, esse diretor cisma em filmar tudo em quaadro fechado, perde até um pouco de emoção), e o Curinga que eles criaram. Poxa, o Curinga não é um vilão bêbado. Ele é um cara desiquilibrado, mas muito, muito inteligente, tanto que isso você pode perceber com as frases que ele diz quando encontra o Batman. Podia ser mais carismático, até um pouco mais cartunesco, sem a maquiagem de Slipknot. enfim... O Curinga é um dos meus vilões favoritos de histórias e achei que ele foi pouco explorado, ele parece mais um retardado explodindo coisas do que um louco muito inteligente. Será que o Chris Nolan assistiu aquele desenho que o Batman era todo quadrado? Aquele Curinga era perfeito.. Mas não posso negar que a primeira vez que ele aparece no filme, faz uma piadinha muito boa, e isso faz a gente tem esperança que toda vez que ele aparecer vai fazer algo daquele tipo --- mas não é o que acontece.
A atuação foi um pouco vangloriada porque o Ledger morreu e ele realmente até se esforça, apesar de as vezes você pode notar nitidamente que aquilo é uma atuação (cadê o Johnny Depp, hein?). E o senso comum até engole aquilo, porque no cinema as pessoas riam das coisas mesmo que fosse ridiculo e parecesse um cara bebum.
Ok Ok, faltava trilha sonora nas cenas de ação (cadê os Wachowski!?), e isso vai ficar uma droga quando você assistir o filme em casa e naõ tiver aquele som ensurdecedor de cinema. Faltava dinamismo na maioria das cenas de ação. A única que tinha um pouquinho de música era bem curtinha, mas só com o Boom Boom Satellites tocando no fundo (hahah alguém de fato conhece) e eu tipo as pesoas acordam pra cena quando tem uma música mais agitada, mas foi tão curtinha essa cena e gravada só nos closes...
Não sei, tava conversando ontem com o diogo sobre isso. As pessoas normalmente fazem de conta que a trilogia de Matrix não existe e não poder fazer tanto sucesso porque realmente é muito complicado para os diretores depois de Matrix fazer um filme com cenas de ação convincentes. Meu, Matrix é masterpiece. E ponto final.

Bom, eu não consegui ver esse trailer antes, não tem o Arnold (*chora), tem o Christian Bale e enfim, é um filme que eu vou querer ver por inúmeras razões, só espero que eles façam coisas à altura de James Cameron (o diretor dos primeiros filmes e pai das cenas de persiguição mais bem feitas do cinema)...

Aí tá o trailer, meu amigo:



Ah, tem um filme que já é antigo mas que eu quero muito ver, é um desses conto de fadas que podem ser uma porcaria ou muito bons. Enfim, chama Penelope e a menina tem uma maldição.. que enfim, a deixa com nariz de porco (??) e ela precisa encontrar o amor verdadeiro para quebrar o feitiço.





**por mariana castro

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18.7.08

Eu tô meio sumida por uma falta de tempo incrível.
Vou participar de um concurso de moda(yeah,outro, vamos lá) e não tenho tempo livre mais, além de estar corrigindo o livro, escrevendo o outro... E tudo isso fazendo coisas que qualquer outro mortal faz tipo trabalhar, construir bombas nucleares, fazer carinho no cachorro.. Ou não.

Enfim, só queria explicar a minha ausência pra mim mesma.

**por mariana castro

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14.7.08

Situação atual: Estou parecendo segurar uma daquelas bazucas que atiram idéias.
Eu ando inquieta pra caralho, produtiva, mas isso não é o bastante.Na verdade a gente nunca chega acho que num ponto que fica super satisfeito com as coisas, mas é que eu poderia apenas me dedicar às estas coisas e me incomoda não poder fazer isso ainda.

Eu sou daquele tipo de pessoa maluca que abriria mão de coisas que as pessoas normais nunca fariam, mas eu quero me fazer feliz, e para isso eu preciso ficar dentro do meu quarto escrevendo, produzindo, criando.

Eu não consigo ser normal,meu olho dói porque a minha cabeça não pára de trabalhar, to sobrecarregada e eu queria poder mandar tudo para o espaço e me dedicar apenas ao que importa: criar histórias.

A Stephenie meyer me incentiva, os estudios japoneses de jogos me incentivam - até o silvio santos me incentiva... hahah


**por mariana castro

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